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	<title>Arte, imagens e estesia</title>
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	<description>Artes plásticas e cultura visual.</description>
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		<title>NOVO ENDEREÇO: sobrearteeimagens.blogspot.com</title>
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		<comments>http://sobrearte.blog.com/2010/02/09/novo-endereco/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 21:53:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla de Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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		<description><![CDATA[MUDAMOS DE ENDEREÇO! AS ATUALIZAÇÕES SERÃO FEITAS NO: http://sobrearteeimagens.blogspot.com Priscilla de Paula Seguimos firmes, em busca do TAO!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>MUDAMOS DE ENDEREÇO!</p>
<p>AS ATUALIZAÇÕES SERÃO FEITAS NO:</p>
<h3><span style="color: #ff00ff"><a href="http://sobrearteeimagens.blogspot.com/" target="_self"><strong>http://sobrearteeimagens.blogspot.com</strong></a></span></h3>
<p>Priscilla de Paula</p>
<p>Seguimos firmes, em busca do TAO!!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Idade Média</title>
		<link>http://sobrearte.blog.com/2009/09/16/idade-media/</link>
		<comments>http://sobrearte.blog.com/2009/09/16/idade-media/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 18:18:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla de Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
<img src="http://amata.anaroque.com/imagens/Marco%20duque%20Berry.JPG" /><br />
Página da Iluminura "As mais belas horas do Duque de Berry"<br />
<br />
A arte medieval é solene, as imagens são novamente simplificadas para funcionar pereitamente como instrumento de doutrina religiosa e política. Perdeu-se toda evolução alcançada na Grecia? Claro que não. O legado do escorço, da narrativa helenística e romana e as técnicas de pintura foram muitos dos aspectos que ainda ficaram visíveis na prodção visual. Porém foi deixado de lado o sensualismo e hedonismo gregos, o virtosismo na representação, a relação espacial com a natureza... mas nada estaria perdido. Tudo que foi "esquecido" retornará no futuro, repaginado, por supuesto.<br />
<br />
E também nem tudo são trevas. Principalmente no período gótico a arte se apresenta luminosa e colorida, como nas imagens deste post!<br />
<br />
<img src="http://yui.yahooapis.com/2.5.2/build/assets/skins/sam/blankimage.png" /><br />
<br />
<div class="title">“Très Riches Heures du Duc de Berry”</div>
<br />
AULA: <a href="http://www.4shared.com/file/133146963/a7cc4e27/04-_Arte_Medieval.html" target="_blank">Arte Medieval</a>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://amata.anaroque.com/imagens/Marco%20duque%20Berry.JPG" alt="" /><br />
Página da Iluminura &#8220;As mais belas horas do Duque de Berry&#8221;</p>
<p>A arte medieval é solene, as imagens são novamente simplificadas para funcionar pereitamente como instrumento de doutrina religiosa e política. Perdeu-se toda evolução alcançada na Grecia? Claro que não. O legado do escorço, da narrativa helenística e romana e as técnicas de pintura foram muitos dos aspectos que ainda ficaram visíveis na prodção visual. Porém foi deixado de lado o sensualismo e hedonismo gregos, o virtosismo na representação, a relação espacial com a natureza&#8230; mas nada estaria perdido. Tudo que foi &#8220;esquecido&#8221; retornará no futuro, repaginado, por supuesto.</p>
<p>E também nem tudo são trevas. Principalmente no período gótico a arte se apresenta luminosa e colorida, como nas imagens deste post!</p>
<p><img src="http://yui.yahooapis.com/2.5.2/build/assets/skins/sam/blankimage.png" alt="" /></p>
<div class="title">“Très Riches Heures du Duc de Berry”</div>
<p>AULA: <a href="http://www.4shared.com/file/133146963/a7cc4e27/04-_Arte_Medieval.html" target="_blank">Arte Medieval</a></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Arte na Antiguidade: Grecia</title>
		<link>http://sobrearte.blog.com/2009/09/03/arte-na-antiguidade-grecia/</link>
		<comments>http://sobrearte.blog.com/2009/09/03/arte-na-antiguidade-grecia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 16:54:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla de Paula</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-cHc4p4Fzss&#38;hl=pt-br&#38;fs=1&#38;" />
<param name="allowFullScreen" value="true" />
<param name="allowscriptaccess" value="always" />
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Encontrei esse vídeo da BBC sobre escultura grega. Vale a pena conferir.<br />
<br />
Nossa aula já esta disponível para download&#160;neste link: <a href="http://www.4shared.com/file/129948927/a09be5b4/02-_Arte_Grega.html">ARTE GREGA</a>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-cHc4p4Fzss&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/-cHc4p4Fzss&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344" /></object><br />
Encontrei esse vídeo da BBC sobre escultura grega. Vale a pena conferir.</p>
<p>Nossa aula já esta disponível para download&#160;neste link: <a href="http://www.4shared.com/file/129948927/a09be5b4/02-_Arte_Grega.html">ARTE GREGA</a>
</div>
<div></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Arte na antiguidade: Egito</title>
		<link>http://sobrearte.blog.com/2009/08/26/arte-na-antiguidade-egito/</link>
		<comments>http://sobrearte.blog.com/2009/08/26/arte-na-antiguidade-egito/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 16:57:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla de Paula</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p align="left"><br />
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; <img src="http://www.museum.wa.gov.au/join/wamcaes/images/meryneith.jpg" /><br />
Desculpa ser tão breve neste post....prometo incrementar as informações. De qualquer forma estas aulas nos links estão bastante completas em termos de texto. Fico mais tranquila por isso.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; <img style="WIDTH: 225px; HEIGHT: 235px" src="http://bp2.blogger.com/_LO3NsV_SvzE/SBIlPNC-jVI/AAAAAAAAAZM/rpNIFSBO_DI/s400/egipcia15.jpg" width="186" height="143" /><br />
Para mim falar de arte egípicia sem observar o design de joias é um sacrilégio. Observem neste brinco a riqueza do desenho e das mensagens simbólicas - aguia, escaravelho, globo alado, olho, etc.<br />
<br />
<a href="http://www.4shared.com/file/127387899/c922de23/Quando_moda_e_arte_se_encontram.html">Moda e arte<br /></a><br />
<a href="http://www.4shared.com/file/127382440/3b94119c/00-_Arte_Primitiva.html">Pré-história</a><br />
<br />
<a href="http://www.4shared.com/file/127917162/7a3261fc/01-_Arte_egito_antigo.html" target="_blank">Egito antigo</a></p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p align="left">
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; <img src="http://www.museum.wa.gov.au/join/wamcaes/images/meryneith.jpg" /><br />
Desculpa ser tão breve neste post&#8230;.prometo incrementar as informações. De qualquer forma estas aulas nos links estão bastante completas em termos de texto. Fico mais tranquila por isso.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; <img style="WIDTH: 225px; HEIGHT: 235px" src="http://bp2.blogger.com/_LO3NsV_SvzE/SBIlPNC-jVI/AAAAAAAAAZM/rpNIFSBO_DI/s400/egipcia15.jpg" width="186" height="143" /><br />
Para mim falar de arte egípicia sem observar o design de joias é um sacrilégio. Observem neste brinco a riqueza do desenho e das mensagens simbólicas &#8211; aguia, escaravelho, globo alado, olho, etc.</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/127387899/c922de23/Quando_moda_e_arte_se_encontram.html">Moda e arte<br /></a><br />
<a href="http://www.4shared.com/file/127382440/3b94119c/00-_Arte_Primitiva.html">Pré-história</a></p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/127917162/7a3261fc/01-_Arte_egito_antigo.html" target="_blank">Egito antigo</a></p>
</div>
<div></div>
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		<title>O que é arte?</title>
		<link>http://sobrearte.blog.com/2009/08/13/o-que-e-arte/</link>
		<comments>http://sobrearte.blog.com/2009/08/13/o-que-e-arte/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 13:51:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla de Paula</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Esse post vai inaugurar os trabalhos do segundo semestre de 2009 com os alunos do curso de Moda do CES, porém, como sabemos, a informação serve para todos!<br />
<p align="center"><img src="http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/abril2006/fotosju318-online/ju318pg11c.jpg" /></p>
<br />
Neste <a href="http://www.4shared.com/file/124796484/88377ce5/Jorge_Coli_-_O_Que__Arte.html" target="_blank">link</a> você pode baixar o clássico&#160;livro do Jorge Coli (professor e historiador da arte), <strong>O que é arte,</strong> da coleção primeiros passos da editora Brasiliense. É um livro pequeno e bem escrito, um básico que excede as expectativas.&#160;Muito bom para começarmos a tratar deste tema tão estimulante e complexo.<br />
Então, alunos do primeiro período de moda, <em>voilá</em> nossa primeira leitura (para dia 19/08)!<br />
<br />
<a href="http://www.4shared.com/file/124796484/88377ce5/Jorge_Coli_-_O_Que__Arte.html" target="_blank">COLI, J., O que é arte, Ed. Brasiliense<br /></a>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Esse post vai inaugurar os trabalhos do segundo semestre de 2009 com os alunos do curso de Moda do CES, porém, como sabemos, a informação serve para todos!</p>
<p align="center"><img src="http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/abril2006/fotosju318-online/ju318pg11c.jpg" /></p>
<p>
Neste <a href="http://www.4shared.com/file/124796484/88377ce5/Jorge_Coli_-_O_Que__Arte.html" target="_blank">link</a> você pode baixar o clássico&#160;livro do Jorge Coli (professor e historiador da arte), <strong>O que é arte,</strong> da coleção primeiros passos da editora Brasiliense. É um livro pequeno e bem escrito, um básico que excede as expectativas.&#160;Muito bom para começarmos a tratar deste tema tão estimulante e complexo.<br />
Então, alunos do primeiro período de moda, <em>voilá</em> nossa primeira leitura (para dia 19/08)!</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/124796484/88377ce5/Jorge_Coli_-_O_Que__Arte.html" target="_blank">COLI, J., O que é arte, Ed. Brasiliense<br /></a>
</div>
<div></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Ação!</title>
		<link>http://sobrearte.blog.com/2009/06/16/acao/</link>
		<comments>http://sobrearte.blog.com/2009/06/16/acao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 12:36:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla de Paula</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<img src="http://girame.files.wordpress.com/2007/11/esqueleto_gira.jpg" /><br />
Esqueleto Coletivo - São Paulo<br />
<br />
De um modo geral, as manifestações de arte ativista não se parecem muito com o que estamos acostumados a entender como artes plástivas ou visuais. Se parecem mais com atitudes criativas de apropriação de questões éticas, sociais, culturais e politicas com um viés mais ou menos estético (digo mais ou menos porque uma ação&#160;pode configurar-se totalmente alheia ao pensamento estético e visual.).<br />
Estas ações vêm cada vez mais se apresentando de forma coletiva e nônima. Distancia-se do artista performático solitário da década de 1960 e aproxima-se do movimento das massas contemporâneo, da globalização, da comunicação em rede, da estrutura e efera pública atuais.<br />
<br />
<img style="WIDTH: 200px; HEIGHT: 200px" src="http://esqueletocoletivo.files.wordpress.com/2008/04/homens_ignorando_esqueleto_04web.jpg?w=400" /><br />
<br />
<img src="http://esqueletocoletivo.files.wordpress.com/2008/04/homens_ignorando_esqueleto_06.jpg" /><br />
<br />
<img style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 340px" src="http://esqueletocoletivo.files.wordpress.com/2008/04/wcartao-homens-ignorando-copia.jpg" /><br />
Esqueleto Coletivo<br />
<br />
Segundo Andre Mesquita,&#160;
<div class="O" style="mso-margin-left-alt: 216; mso-char-wrap: 1; mso-kinsoku-overflow: 1"><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: white; mso-bidi-font-family: Arial; mso-color-index: 0">“A vontade de se realizar ações, intervenções e performances na cidade, fragmentada por contradições sociais e econômicas e pelo aparato mercadológico da publicidade e da mídia, está intimamente ligada com a introdução de novos modos de engajamento político no cotidiano, transformando os artistas em agentes ativos</span> <span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: white; mso-bidi-font-family: Arial; mso-color-index: 0">e catalisadores de experiências, integrando arte e vida.”</span></div>
<div class="O">
<div style="mso-line-spacing: '100 20 0'; mso-margin-left-alt: 216; mso-char-wrap: 1; mso-kinsoku-overflow: 1"><br />
Podemos falar de uma "resingularização do coletivo" (Mesquita) como estratégia de trabalho destes artistas que para denunciar os problemas locais e globais atuam no campo das cidades recuperando o espaço através de ações poéticas e efêmeras e&#160;táticas de guerrilla -&#160;como intervenções nos circuitos oficiais das galerias e museus, nos meios de comunicação institucionais, como televisão, internet, out-doors até com interferências bem sucedidas na formação&#160;da opinião pública, nos produtos do mercado, etc.<br />
<span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: white; mso-bidi-font-family: Arial; mso-color-index: 0">No campo artístico, a escolha de um ativismo cultural se define pelo emprego de imagens efetivas e o uso dos meios culturais em "busca de mudança social.”&#160; (Mesquita)<br />
<br />
<img style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 375px" src="http://esqueletocoletivo.files.wordpress.com/2008/04/onde_fica_esqueletos-14.jpg" /><br />
Esqueleto Coletivo<br />
<br />
Para saber mais sobre arte ativista sugiro este link com o excelente artigo de Andre Mesquita<br />
<br />
<font color="#000000" size="3">&#160;</font></span>
<div class="O" style="mso-char-wrap: 1; mso-kinsoku-overflow: 1"><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: white; mso-bidi-font-family: Arial; mso-color-index: 0"><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: yellow; mso-bidi-font-family: Arial"><strong><a href="http://www.rizoma.net/interna.php?id=300&#38;secao=artefato" target="_blank">ARTE-ATIVISMO: INTERFERÊNCIA, COLETIVISMO E TRANSVERSALIDADE</a></strong></span> <span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: yellow; mso-bidi-font-family: Arial"><br />
<br />
Boa Viagem!<br /></span></span></div>
</div>
</div>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://girame.files.wordpress.com/2007/11/esqueleto_gira.jpg" /><br />
Esqueleto Coletivo &#8211; São Paulo</p>
<p>De um modo geral, as manifestações de arte ativista não se parecem muito com o que estamos acostumados a entender como artes plástivas ou visuais. Se parecem mais com atitudes criativas de apropriação de questões éticas, sociais, culturais e politicas com um viés mais ou menos estético (digo mais ou menos porque uma ação&#160;pode configurar-se totalmente alheia ao pensamento estético e visual.).<br />
Estas ações vêm cada vez mais se apresentando de forma coletiva e nônima. Distancia-se do artista performático solitário da década de 1960 e aproxima-se do movimento das massas contemporâneo, da globalização, da comunicação em rede, da estrutura e efera pública atuais.</p>
<p><img style="WIDTH: 200px; HEIGHT: 200px" src="http://esqueletocoletivo.files.wordpress.com/2008/04/homens_ignorando_esqueleto_04web.jpg?w=400" /></p>
<p><img src="http://esqueletocoletivo.files.wordpress.com/2008/04/homens_ignorando_esqueleto_06.jpg" /></p>
<p><img style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 340px" src="http://esqueletocoletivo.files.wordpress.com/2008/04/wcartao-homens-ignorando-copia.jpg" /><br />
Esqueleto Coletivo</p>
<p>Segundo Andre Mesquita,&#160;</p>
<div class="O" style="mso-margin-left-alt: 216; mso-char-wrap: 1; mso-kinsoku-overflow: 1"><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: white; mso-bidi-font-family: Arial; mso-color-index: 0">“A vontade de se realizar ações, intervenções e performances na cidade, fragmentada por contradições sociais e econômicas e pelo aparato mercadológico da publicidade e da mídia, está intimamente ligada com a introdução de novos modos de engajamento político no cotidiano, transformando os artistas em agentes ativos</span> <span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: white; mso-bidi-font-family: Arial; mso-color-index: 0">e catalisadores de experiências, integrando arte e vida.”</span></div>
<div class="O">
<div style="mso-line-spacing: '100 20 0'; mso-margin-left-alt: 216; mso-char-wrap: 1; mso-kinsoku-overflow: 1">
Podemos falar de uma &#8220;resingularização do coletivo&#8221; (Mesquita) como estratégia de trabalho destes artistas que para denunciar os problemas locais e globais atuam no campo das cidades recuperando o espaço através de ações poéticas e efêmeras e&#160;táticas de guerrilla -&#160;como intervenções nos circuitos oficiais das galerias e museus, nos meios de comunicação institucionais, como televisão, internet, out-doors até com interferências bem sucedidas na formação&#160;da opinião pública, nos produtos do mercado, etc.<br />
<span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: white; mso-bidi-font-family: Arial; mso-color-index: 0">No campo artístico, a escolha de um ativismo cultural se define pelo emprego de imagens efetivas e o uso dos meios culturais em &#8220;busca de mudança social.”&#160; (Mesquita)</p>
<p><img style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 375px" src="http://esqueletocoletivo.files.wordpress.com/2008/04/onde_fica_esqueletos-14.jpg" /><br />
Esqueleto Coletivo</p>
<p>Para saber mais sobre arte ativista sugiro este link com o excelente artigo de Andre Mesquita</p>
<p><font color="#000000" size="3">&#160;</font></span></p>
<div class="O" style="mso-char-wrap: 1; mso-kinsoku-overflow: 1"><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: white; mso-bidi-font-family: Arial; mso-color-index: 0"><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: yellow; mso-bidi-font-family: Arial"><strong><a href="http://www.rizoma.net/interna.php?id=300&amp;secao=artefato" target="_blank">ARTE-ATIVISMO: INTERFERÊNCIA, COLETIVISMO E TRANSVERSALIDADE</a></strong></span> <span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: yellow; mso-bidi-font-family: Arial"></p>
<p>Boa Viagem!<br /></span></span></div>
</div>
</div>
</div>
<div></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pintura e Citação</title>
		<link>http://sobrearte.blog.com/2009/06/07/pintura-e-citacao/</link>
		<comments>http://sobrearte.blog.com/2009/06/07/pintura-e-citacao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 17:51:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla de Paula</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://temavercomigo.files.wordpress.com/2008/07/beatriz-milhazes-succulent-eggplants.jpg" /><br />
Beatriz Milhazes - suculentas<br />
<br />
Desde que a pintura "voltou" ao mercado na década de 1980, depois de um longo silêncio que durou cerca de 20 anos, podems observar que uma das características mais fascinantes da pintura contemporânea é a citação. Ou seja, o assunto da pintura deixa de ser o próprio meio e passa a ser o que foi dito antes. Em alguns aspectos a pintura continua sendo auto-referente, continua fazendo metalinguagem, mas de forma bem diversa da pintura moderna. Até porque a citação na pintura não ocorre apenas dentro do universo dela mesma, ela começa a citar tudo que foi produto cultural do passado, sério ou não. Aliás, a piada é outro recurso da pintura atual!<br />
<br />
Mas sem mudar de assunto, vamos dar uma volta pela pintura contemporânea e observa o contexto das citações:<br />
<br />
Tanto na Transvanguarda como no Novo Expressionismo a produção pictórica mostrou-se uma releitura da pintura moderna, sem contudo supervalorizar o aspecto midiático, colocando em evidencia fatos mais subjetivos, elementos mais emotivos, políticos e sociais. A pintura&#160;não tem uma cara tão nova mas trás consigo o elemento&#160;da literatura outra vez, aquele sub texto narrativo que a modernidade tentou erradicar.<br />
<br />
&#160;<img src="http://www.artgallery.nsw.gov.au/aaanz05/__data/page/6001/clemente.jpg" /><br />
Francesco Clemente<br />
<br />
<img src="http://souljerky.com/_media/francesco_clemente3.jpg" /><br />
Francesco Clemente<br />
<br />
<img src="http://www.almendron.com/blog/wp-content/images/cucchi.jpg" /><br />
Enzo Cucchi: <em>Musica Ebbra</em>, 1982<br />
<br />
<img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 393px" src="http://english.mart.trento.it/UploadImgs/515_Cucchi___Sul_marciapiede_durante_la_festa_dei_cani.jpg" /><br />
<strong>Cucchi, Enzo</strong> <a href="http://editor.blog.com/gallery.jsp?ID_LINK=96&#38;area=42&#38;id_context=1632"><strong>Sul marciapiede durante la festa dei cani,</strong>&#160;</a><strong>1979</strong><br />
<br />
<img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 281px" src="http://www.artdaily.org/imagenes/2007/09/22/60KEY_BASELITZ.jpg" /><br />
Baselitz<br />
<br />
A Pintura a partir deste retorno midiático na década de 1980 tem se desenvolvido gloriosamente apesar do pós-midia na arte, ou seja, da suposta não valorização de um meio sobre outro na prática artística atual.<br />
Um exemplo interessante de como a pintura tem se saído muito bem é a comparação de sua exposição em feiras e exposições internacionais. Ela continua ali, soberba. Mesmo no caso de sua ausencia na última edição da Bienal de São Paulo (mas afinal era a Bienla do vazio!).&#160;E o que dizer de&#160;sua aparição sublime em várias feiras de arte contemporânea como ArteBA (Buenos Aires,&#160;maio 2009). Claro que pode-se argumentar que as feiras de arte são organizadas por galerias e tem fins lucrativos como primeira instancia, e a pintura, que nunca deixa de ser um bom negócio, é a grande vedete destes eventos. Porém, vivemos um momento na arte contemporânea que o design, a publicidade, a moda, a religião, o produto de massa, a pornografia, tudo pode ser arte ou elemento da arte, então eu pergunto, qual a diferença da feira para a exposição internacional?<br />
<br /></p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><img src="http://temavercomigo.files.wordpress.com/2008/07/beatriz-milhazes-succulent-eggplants.jpg" /><br />
Beatriz Milhazes &#8211; suculentas</p>
<p>Desde que a pintura &#8220;voltou&#8221; ao mercado na década de 1980, depois de um longo silêncio que durou cerca de 20 anos, podems observar que uma das características mais fascinantes da pintura contemporânea é a citação. Ou seja, o assunto da pintura deixa de ser o próprio meio e passa a ser o que foi dito antes. Em alguns aspectos a pintura continua sendo auto-referente, continua fazendo metalinguagem, mas de forma bem diversa da pintura moderna. Até porque a citação na pintura não ocorre apenas dentro do universo dela mesma, ela começa a citar tudo que foi produto cultural do passado, sério ou não. Aliás, a piada é outro recurso da pintura atual!</p>
<p>Mas sem mudar de assunto, vamos dar uma volta pela pintura contemporânea e observa o contexto das citações:</p>
<p>Tanto na Transvanguarda como no Novo Expressionismo a produção pictórica mostrou-se uma releitura da pintura moderna, sem contudo supervalorizar o aspecto midiático, colocando em evidencia fatos mais subjetivos, elementos mais emotivos, políticos e sociais. A pintura&#160;não tem uma cara tão nova mas trás consigo o elemento&#160;da literatura outra vez, aquele sub texto narrativo que a modernidade tentou erradicar.</p>
<p>&#160;<img src="http://www.artgallery.nsw.gov.au/aaanz05/__data/page/6001/clemente.jpg" /><br />
Francesco Clemente</p>
<p><img src="http://souljerky.com/_media/francesco_clemente3.jpg" /><br />
Francesco Clemente</p>
<p><img src="http://www.almendron.com/blog/wp-content/images/cucchi.jpg" /><br />
Enzo Cucchi: <em>Musica Ebbra</em>, 1982</p>
<p><img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 393px" src="http://english.mart.trento.it/UploadImgs/515_Cucchi___Sul_marciapiede_durante_la_festa_dei_cani.jpg" /><br />
<strong>Cucchi, Enzo</strong> <a href="http://editor.blog.com/gallery.jsp?ID_LINK=96&amp;area=42&amp;id_context=1632"><strong>Sul marciapiede durante la festa dei cani,</strong>&#160;</a><strong>1979</strong></p>
<p><img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 281px" src="http://www.artdaily.org/imagenes/2007/09/22/60KEY_BASELITZ.jpg" /><br />
Baselitz</p>
<p>A Pintura a partir deste retorno midiático na década de 1980 tem se desenvolvido gloriosamente apesar do pós-midia na arte, ou seja, da suposta não valorização de um meio sobre outro na prática artística atual.<br />
Um exemplo interessante de como a pintura tem se saído muito bem é a comparação de sua exposição em feiras e exposições internacionais. Ela continua ali, soberba. Mesmo no caso de sua ausencia na última edição da Bienal de São Paulo (mas afinal era a Bienla do vazio!).&#160;E o que dizer de&#160;sua aparição sublime em várias feiras de arte contemporânea como ArteBA (Buenos Aires,&#160;maio 2009). Claro que pode-se argumentar que as feiras de arte são organizadas por galerias e tem fins lucrativos como primeira instancia, e a pintura, que nunca deixa de ser um bom negócio, é a grande vedete destes eventos. Porém, vivemos um momento na arte contemporânea que o design, a publicidade, a moda, a religião, o produto de massa, a pornografia, tudo pode ser arte ou elemento da arte, então eu pergunto, qual a diferença da feira para a exposição internacional?</p>
</div>
<div></div>
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		<title>Neoclassicismo e Romantismo</title>
		<link>http://sobrearte.blog.com/2009/06/04/neoclassicismo-e-romantismo/</link>
		<comments>http://sobrearte.blog.com/2009/06/04/neoclassicismo-e-romantismo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 18:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla de Paula</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /?>
<img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 595px" src="http://www.wga.hu/art/d/david_j/2/210david.jpg" /><br />
<font size="3"><font style="FONT-SIZE: 9px" face="Arial"><strong>DAVID, Jacques-Louis<br /></strong>Anne-Marie-Louise Thélusson, Comtesse de Sorcy<br />
1790</font></font></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">&#160;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">O neoclassicismo é um movimento artístico que, a partir do final do século XVIII, reagiu ao barroco e ao rococó, e reviveu os princípios estéticos da antigüidade clássica, atingindo sua máxima expressão por volta de 1830. Não foi apenas um movimento artístico, mas cultural, refletindo as mudanças que ocorrem no período, marcada pela ascensão da burguesia. Essas mudanças estão relacionadas ao racionalismo de origem iluminista, a formação de uma cultura cosmopolita e profana;<br />
Entre as principais filosofias do período neoclássico temos a pregação da tolerância; da igualdade e fraternidade entre os povos (nada mais nada menos que os ideias revolucionários que motivaram a Revolução Francesa), ou seja, o pensamento iluminista.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">A arte vai tornar-se eco dos novos ideais da época: subjetivismo, liberalismo, ateísmo e democracia. Esses foram os elementos utilizados para reelaborar a cultura a partir de um modelo idealizado da antigüidade clássica, greco-romana.<br />
No século XVIII, as rápidas e constantes mudanças acabaram por dificultar o surgimento de um novo estilo artístico. O melhor seria recorrer ao que estivesse mais à mão: a equilibrada e democrática antigüidade clássica. E foi assim que, com a ajuda da arqueologia (Pompéia tinha sido descoberta em 1748), arquitetos, pintores e escultores logo encontraram um modelo a seguir.<br />
Surgiram os primeiros edifícios em forma de templos gregos, as estátuas alegóricas e as pinturas de temas históricos. As encomendas já não vinham do clero e da nobreza (lembrem-se da Revolução Francesa que cortou as cabeças destas classes), mas da alta burguesia, mecenas incondicionais da nova estética. A imagem das cidades mudou completamente. Derrubaram-se edifícios e largas avenidas foram traçadas de acordo com as formas monumentais da arquitetura renovada, civil, estatal, referente às novas instituições burguesas que passariam a existir pós- revolução burguesa – universidades, foros públicos, bancos, etcs.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">O Neoclassicismo foi marcado pela história, não apenas no que diz respeito à temática das obras de arte, mas também na relação entre sujeito e sociedade. Ou seja, com a ascenção da Burguesia no poder começou a ser necessario a contrução de um passado – antes isso não era necessario pois a nobreza tinha o vínculo com o passado, com a descendência de sangue e de tradição, como algo muito natural – a burguesia por sua vez viu-se obrigada a inventar seu passado, a forjar sua tradição. È o período das grandes coleções, o inicio dos grandes museus como instituições públicas e privadas, da criação da Enciclopédia, etc.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">&#160;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><span style="COLOR: #ffffff">Entre as principais características podemos generalizar da seguite maneira:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 18pt; TEXT-INDENT: -18pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><span style="mso-list: Ignore"><span style="COLOR: #ffffff">1.<span style="FONT: 7pt 'Times New Roman'">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span></span></span></span> <span style="COLOR: #ffffff"><span style="COLOR: #ffffff"><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'">Retorno ao passado, pela imitação dos modelos antigos greco-latinos;<br />
<br /></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 18pt; TEXT-INDENT: -18pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><span style="mso-list: Ignore"><span style="COLOR: #ffffff"><span style="COLOR: #ffffff">2.<span style="FONT: 7pt 'Times New Roman'">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span></span></span></span></span> <span style="COLOR: #ffffff"><span style="COLOR: #ffffff"><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'">Academicismo nos temas e nas técnicas, isto é, sujeição aos modelos e às regras ensinadas nas escolas ou academias de belas-artes;<br />
<br /></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 18pt; TEXT-INDENT: -18pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt"><span style="COLOR: #ffffff"><span style="COLOR: #ffffff"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><span style="mso-list: Ignore">3.<span style="FONT: 7pt 'Times New Roman'">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span></span></span> <span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'">Arte entendida como imitação da natureza, num verdadeiro culto à teoria de Aristóteles.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 18pt; TEXT-INDENT: -18pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt"><span style="COLOR: #ffffff"><span style="COLOR: #ffffff"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><span style="mso-list: Ignore">4.<span style="FONT: 7pt 'Times New Roman'">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span></span></span> <span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'">Vínculo político com os ideais revolucionários promovendo a emancipação temática das grandes pinturas históricas.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><span style="COLOR: #ffffff"><span style="COLOR: #ffffff">&#160;</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="COLOR: #ffffff"><span style="COLOR: #ffffff"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">Pintura<br />
<br /></span><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: Arial">A pintura desse período foi inspirada principalmente na escultura clássica grega e na pintura renascentista italiana, sobretudo em Rafael, mestre inegável do equilíbrio da composição.</span></span></span> <span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><span style="COLOR: #ffffff"><span style="COLOR: #ffffff">De uma forma geral caracterizou-se pela exaltação de elementos mitológicos ou pela celebração dos grandes momentos históricos, Napoleão foi um tema recorrente do período! As figuras pareciam fazer parte de uma encenação teatral e eram desenhadas numa posição fixa, como que interrompidas no meio de uma solene representação. A função narrativa era interpretada como uma gélida encenação. O fato histórico se subordinava à teatralização, à captação de um momento perpetuado na história.<br /></span></span><br />
<img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 579px" src="http://www.wga.hu/art/d/david_j/3/301david.jpg" /><br />
David - Morte de Marat - 1793<br />
<br />
As figuras eram muito rígidas, e os rostos muito sérios, quase sem expressão, simulavam máscaras das antigas tragédias gregas. As túnicas e capas caíam em dobras pesadas e angulosas, cobrindo as formas do corpo. A moda da época, chamado estilo Império, é bem identificada nas pinturas da época, era bem mais simples e também fazia eco à cultura grega da antiguidade. A Moda foi ativista e política contra o soberbo e luxuriante estilo rococó (vide Maria Antonieta). Tudo era mais simples, os tecidos, a modelagem, os penteados, o sapatos, etc.<br /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><br />
<img style="WIDTH: 380px; HEIGHT: 537px" src="http://www.wga.hu/art/d/david_j/3/310david.jpg" /><br />
<font size="3"><font style="FONT-SIZE: 11px"><font face="Arial"><strong>DAVID, Jacques-Louis<br /></strong>Madame Raymond de Verninac<br />
1798-99</font></font></font><br />
<br />
Na pureza das linhas e na simplificação da composição, buscava-se uma beleza deliberadamente estatuária. Os contornos eram claros e bem delineados, as cores, puras e realistas, e a iluminação, límpida. Tal e qual acontecia no Renascimento, porém as técnicas de pintura era mais elaboradas, o que propicia um realismo indescritível às obras neoclássicas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: Arial"><br />
<br />
Características da pintura:<br />
<br />
Formalismo na composição, refletindo racionalismo dominante.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: Arial">Grandes formatos<br />
Exatidão nos contornos<br />
Harmonia do colorido</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: Arial">Temática histórica<br />
<br />
Os maiores representantes da pintura neoclássica são, sem dúvida,<br />
<br />
<strong>Jacques-Louis David</strong> - foi considerado o pintor da Revolução Francesa, mais tarde, tornou-se o pintor oficial do Império Napoleônico. Durante o governo de Napoleão, registrou fatos históricos ligados à vida do imperador. Suas obras geralmente expressam um vibrante realismo, mas algumas delas exprimem fortes emoções.<br />
<br />
<img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 526px" src="http://www.wga.hu/art/d/david_j/4/402david.jpg" /><br />
<font size="3"><font style="FONT-SIZE: 9px" face="Arial"><strong>Napoleon at the St. Bernard Pass<br /></strong>1801</font></font><br />
<br />
<strong>Jean-Auguste-Dominique Ingres</strong> (1780-1867), o pintor foi uma espécie de cronista visual da sociedade de seu tempo. Ingres acreditava qua a tarefa primordial da arte era produzir quadros históricos. Ardoroso defensor da pureza das formas, ele afirmava, por exemplo, que desenhar uma linha perfeita era muito mais importante do que colorir. " A pincelada deve ser tão fina como a casca de uma cebola", repetia a seus alunos. Sua obra abrange, além de composições mitológicas e literárias, nus, retratos e paisagens, mas a crítica moderna vê nos retratos e nus o seu trabalho mais admirável. Ingres soube registrar a fisionomia da classe burguesa do seu tempo, principalmente no gosto pelo poder e na sua confiança na individualidade. Amante declarado da tradição. A modernidade de Ingres está justamente na visão distanciada que tinha de seus retratados, na recusa a produzir qualquer julgamento moral a respeito deles, numa época em que se consumava o processo de aliança entre a nobreza e a burguesia. O detalhismo também é uma das suas marcas registradas. Seus retratos são invariavelmente enriquecidos com mantos aveludados, rendas, flores e jóias.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: Arial">Ingres tem também característica muito românticas em suas pinturas presente no colorido muito vivo e no interesse pelo exótico, pelo mundo extra-europeu.</span> <span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT"><span lang="PT" xml:lang="PT">Alguns artistas neoclássicos trilharam caminhos próximos à temática romântica, tornando difícil estabelecer um limite claro entre os discursos das duas correntes artísticas.<br /></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><br />
<img style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 787px" src="http://www.wga.hu/art/i/ingres/010ingre.jpg" />&#160;<br />
<font size="3"><font style="FONT-SIZE: 9px" face="Arial"><strong>Napoleon I on the Imperial Throne<br /></strong>1806</font></font><br />
<br />
<img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 598px" src="http://www.wga.hu/art/i/ingres/15ingres.jpg" /><br />
<font size="3"><font style="FONT-SIZE: 9px" face="Arial"><strong>Princess de Broglie<br /></strong>1851-53</font></font><br />
<br /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">Escultura:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">Os escultores neoclássicos foram marcados pelo rigor e pela passividade e sua produção academicista é considerada fria.<br />
Estátuas de heróis uniformizados, mulheres envoltas em túnicas de Afrodite, ou crianças conversando com filósofos, foram os protagonistas da fase inicial da escultura neoclássica. Mais tarde, na época de Napoleão, essa disciplina artística se restringiria às estátuas eqüestres e bustos focalizados na pessoa do imperador. A referência estética foi encontrada na estatuária da antigüidade clássica, por isso as obras possuíam um naturalismo equilibrado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">Respeitavam-se movimentos e posições reais do corpo, embora a obra nunca estivesse isenta de um certo realismo psicológico, plasmado na expressão pensativa e melancólica dos rostos. A busca do equilíbrio exato entre naturalismo e beleza ideal ficava evidente nos quais os volumes e as variações das posições do corpo eram estudados com cuidado. O escultor neoclássico encontrou o dinamismo na sutileza dos gestos e suavidade das formas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">Quanto aos materiais utilizados, os mais comuns eram o bronze, o mármore e a terracota, embora, a partir de 1800, o mármore branco, que permitia o polimento da superfície até a obtenção do brilho natural da pele, tenha adquirido preponderância sobre os demais. Entre os escultores mais importantes desse período destacam-se o italiano Antonio Canova, escultor exclusivo da família Bonaparte.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">&#160;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">&#160;<img src="http://4.bp.blogspot.com/_mUh282kpDEU/R2m-0Jx0kFI/AAAAAAAAACY/h6W7OJ5wkYM/s320/canova" /><br /></span></p>
<h2 style="MARGIN: auto 0cm"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 314px" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/03/canova_nu2.jpg" /><br />
<br />
O ROMANTISMO</span></h2>
<p class="sumary" style="MARGIN: auto 0cm"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><br />
ROMANTISMO<br />
<br />
O romantismo foi um movimento artístico ocorrido na Europa por volta de 1800, que representa as mudanças no plano individual, destacando a personalidade, sensibilidade, emoção e os valores interiores.<br />
Atingiu primeiro a literatura e a filosofia, para depois se expressar através das artes plásticas.<br />
A arte romântica se opôs ao racionalismo da época da Revoluçao Francesa propondo a elevação dos sentimentos acima do pensamento. Curiosamente, não se pode falar de uma estética tipicamente ou exclusivamente romântica, visto que nenhum dos artistas se afastou completamente do academicismo, mas sim de uma homogeneidade conceitual pela temática das obras.<br />
<br />
A podução artística romântica reforçou o individualismo na medidade em que baseou-se em valores emocionais subjetivos e muitas vezes imaginários, tomando como modelo os dramas amorosos e as lendas heróicas medievais, a partir dos quais revalorizou os conceitos de pátria e república. E mostrou especial interesse pelas culturas exóticas, pela alteridade.<br /></span></p>
<p class="sumary" style="MARGIN: auto 0cm"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><img src="http://www.ldesign.com/Images/Essays/OnReality/OnReality%20Part%206/Wall/Delacroix.jpg" /><br />
<strong>Delacroix</strong> The Death of Sardanapalus<br />
<br />
<img src="http://farm3.static.flickr.com/2088/1644476136_d4a01142da.jpg" /><br />
Delacroix<br />
<br />
&#160;pintura foi o ramo das artes plásticas mais significativo, foi ela o veículo que consolidaria definitivamente o ideal de uma época, utilizando-se de temas dramitico-sentimentais inspirados pela literatura e pela História. Procura-se no conteúdo, mais do que os valores de arte, os efeitos emotivos, destacando principalmente a pintura histórica.<br />
Novamente a revolução e seus desdobramentos servem de inspiração; agora são as Guerras Napoleônicas que inspiram uma arte dramática, de tendência mais politizada.<br />
<br />
As cores se libertaram e fortaleceram, dando a impressão, às vezes, de serem mais importantes que o próprio conteúdo da obra. A paisagem passou a desempenhar o papel principal, não mais como cenário da composição, mas em estreita relação com os personagens das obras e como seu meio de expressão.<br />
O romantismo foi marcado pelo amor a natureza livre e autêntica, pela aquisição de uma sensibilidade poética pela paisagem, valorizada pela profusão de cores, refletindo assim o estado de espírito do autor.<br />
<br />
<br />
Na França e na Espanha, o romantismo produziu uma pintura de grande força narrativa e de um ousado cromatismo, ao mesmo tempo dramático e tenebroso. É o caso dos quadros das matanças de Delacroix, ou do Colosso de Goya, que antecipou, de certa forma, a pincelada emocionada do expressionismo.<br />
<br />
<br />
<img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 341px" src="http://morgansmusings.files.wordpress.com/2008/04/goya-thirdofmay.jpg" /><br />
Goya - 3 de maio<br />
<br />
<img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 227px" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/04/goya_maja_desnuda.jpg" /><br />
Goya - Maja Desnuda<br />
<br />
<img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 225px" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/04/goya_maja_vestida.jpg" /><br />
Goya - Maja vestida<br />
<br />
<img src="http://unirio.zip.net/images/goya.jpg" /><br />
Gravura de Goya<br />
<br />
<img style="WIDTH: 400px; HEIGHT: 554px" src="http://ecko4inc.files.wordpress.com/2007/05/sleep-of-reason_goya.jpg" /><br />
Goya - gravura - O sonha da razão produz monstros<br />
<br />
Também&#160;podemos dividir o período romantico em dois discursos que vão orientar as produções artísticas: temos o pitoresco e o sublime.</span> <span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: Arial">O discurso do sublime vem geralmente associado à grandiosidade, à transcendência, às experiências mais metafísicas.</span> <span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">Papel especial desempenharam a morte heróica na guerra e o suicídio por amor. O é o lado escuro e tenebroso do período, porém não deve ser necessariamente ligado ao mal, e sim ao inesplicável, ao inalcansável, a universal.<br />
<br />
<img style="WIDTH: 460px; HEIGHT: 602px" src="http://www.artchive.com/artchive/g/goya/saturn_dtl.jpg" /><br />
Goya - Saturno devorando o filho (detale)<br />
<br />
<img style="WIDTH: 460px; HEIGHT: 585px" src="http://analepsis.files.wordpress.com/2008/05/wanderer-above-the-mists-friedrich.jpg" /><br />
Caspar David Friedrich<br />
<br />
<img src="http://farmaciacentral.files.wordpress.com/2008/10/turner_snowstorm.jpg" /><br />
Turner - Tempestade de neve<br />
<br />
O discurso do pitoresco vem ligado à simplicidade, à natureza mais palpável das coisas, geralmente refere-se ao cotidiano, à paisagens familiares, bucólicas. O pitoresco é a recusa</span> <span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">de ser mais impressionante que a natureza. É a grandiosidade do discreto e do despretensioso.</span></p>
<p class="sumary" style="MARGIN: auto 0cm"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><img style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 267px" src="http://www.bracil.net/gallery/Wivenhoe/Constable_Wivenhoe.jpg" /><br />
Constable - <font style="FONT-SIZE: 9px" size="3"><font face="Arial">Wivenhoe Park</font></font><br />
<br />
<br />
<img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 357px" src="http://www.chrislee.org.uk/InspiringCreativity/GR023%20-%20John%20Constable%20-%201776-1837%20-%20Landscape%20with%20Clouds%20-%20ca%201821-22.jpg" /><br />
Constable - paisagem<br />
<br />
Constable é reconhecidamente um pintor romântico ligado à estética do pitoresco, porém, certas vezes parece que flerta com o sublime, principalmente em suas paisagens cujo céu é o grande protagonista.<br />
<br /></span></p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /?><br />
<img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 595px" src="http://www.wga.hu/art/d/david_j/2/210david.jpg" /><br />
<font size="3"><font style="FONT-SIZE: 9px" face="Arial"><strong>DAVID, Jacques-Louis<br /></strong>Anne-Marie-Louise Thélusson, Comtesse de Sorcy<br />
1790</font></font></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">&#160;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">O neoclassicismo é um movimento artístico que, a partir do final do século XVIII, reagiu ao barroco e ao rococó, e reviveu os princípios estéticos da antigüidade clássica, atingindo sua máxima expressão por volta de 1830. Não foi apenas um movimento artístico, mas cultural, refletindo as mudanças que ocorrem no período, marcada pela ascensão da burguesia. Essas mudanças estão relacionadas ao racionalismo de origem iluminista, a formação de uma cultura cosmopolita e profana;<br />
Entre as principais filosofias do período neoclássico temos a pregação da tolerância; da igualdade e fraternidade entre os povos (nada mais nada menos que os ideias revolucionários que motivaram a Revolução Francesa), ou seja, o pensamento iluminista.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">A arte vai tornar-se eco dos novos ideais da época: subjetivismo, liberalismo, ateísmo e democracia. Esses foram os elementos utilizados para reelaborar a cultura a partir de um modelo idealizado da antigüidade clássica, greco-romana.<br />
No século XVIII, as rápidas e constantes mudanças acabaram por dificultar o surgimento de um novo estilo artístico. O melhor seria recorrer ao que estivesse mais à mão: a equilibrada e democrática antigüidade clássica. E foi assim que, com a ajuda da arqueologia (Pompéia tinha sido descoberta em 1748), arquitetos, pintores e escultores logo encontraram um modelo a seguir.<br />
Surgiram os primeiros edifícios em forma de templos gregos, as estátuas alegóricas e as pinturas de temas históricos. As encomendas já não vinham do clero e da nobreza (lembrem-se da Revolução Francesa que cortou as cabeças destas classes), mas da alta burguesia, mecenas incondicionais da nova estética. A imagem das cidades mudou completamente. Derrubaram-se edifícios e largas avenidas foram traçadas de acordo com as formas monumentais da arquitetura renovada, civil, estatal, referente às novas instituições burguesas que passariam a existir pós- revolução burguesa – universidades, foros públicos, bancos, etcs.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">O Neoclassicismo foi marcado pela história, não apenas no que diz respeito à temática das obras de arte, mas também na relação entre sujeito e sociedade. Ou seja, com a ascenção da Burguesia no poder começou a ser necessario a contrução de um passado – antes isso não era necessario pois a nobreza tinha o vínculo com o passado, com a descendência de sangue e de tradição, como algo muito natural – a burguesia por sua vez viu-se obrigada a inventar seu passado, a forjar sua tradição. È o período das grandes coleções, o inicio dos grandes museus como instituições públicas e privadas, da criação da Enciclopédia, etc.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">&#160;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><span style="COLOR: #ffffff">Entre as principais características podemos generalizar da seguite maneira:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 18pt; TEXT-INDENT: -18pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><span style="mso-list: Ignore"><span style="COLOR: #ffffff">1.<span style="FONT: 7pt 'Times New Roman'">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span></span></span></span> <span style="COLOR: #ffffff"><span style="COLOR: #ffffff"><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'">Retorno ao passado, pela imitação dos modelos antigos greco-latinos;</p>
<p></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 18pt; TEXT-INDENT: -18pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><span style="mso-list: Ignore"><span style="COLOR: #ffffff"><span style="COLOR: #ffffff">2.<span style="FONT: 7pt 'Times New Roman'">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span></span></span></span></span> <span style="COLOR: #ffffff"><span style="COLOR: #ffffff"><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'">Academicismo nos temas e nas técnicas, isto é, sujeição aos modelos e às regras ensinadas nas escolas ou academias de belas-artes;</p>
<p></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 18pt; TEXT-INDENT: -18pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt"><span style="COLOR: #ffffff"><span style="COLOR: #ffffff"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><span style="mso-list: Ignore">3.<span style="FONT: 7pt 'Times New Roman'">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span></span></span> <span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'">Arte entendida como imitação da natureza, num verdadeiro culto à teoria de Aristóteles.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 18pt; TEXT-INDENT: -18pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt"><span style="COLOR: #ffffff"><span style="COLOR: #ffffff"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><span style="mso-list: Ignore">4.<span style="FONT: 7pt 'Times New Roman'">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span></span></span> <span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'">Vínculo político com os ideais revolucionários promovendo a emancipação temática das grandes pinturas históricas.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><span style="COLOR: #ffffff"><span style="COLOR: #ffffff">&#160;</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="COLOR: #ffffff"><span style="COLOR: #ffffff"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">Pintura</p>
<p></span><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: Arial">A pintura desse período foi inspirada principalmente na escultura clássica grega e na pintura renascentista italiana, sobretudo em Rafael, mestre inegável do equilíbrio da composição.</span></span></span> <span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><span style="COLOR: #ffffff"><span style="COLOR: #ffffff">De uma forma geral caracterizou-se pela exaltação de elementos mitológicos ou pela celebração dos grandes momentos históricos, Napoleão foi um tema recorrente do período! As figuras pareciam fazer parte de uma encenação teatral e eram desenhadas numa posição fixa, como que interrompidas no meio de uma solene representação. A função narrativa era interpretada como uma gélida encenação. O fato histórico se subordinava à teatralização, à captação de um momento perpetuado na história.<br /></span></span><br />
<img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 579px" src="http://www.wga.hu/art/d/david_j/3/301david.jpg" /><br />
David &#8211; Morte de Marat &#8211; 1793</p>
<p>As figuras eram muito rígidas, e os rostos muito sérios, quase sem expressão, simulavam máscaras das antigas tragédias gregas. As túnicas e capas caíam em dobras pesadas e angulosas, cobrindo as formas do corpo. A moda da época, chamado estilo Império, é bem identificada nas pinturas da época, era bem mais simples e também fazia eco à cultura grega da antiguidade. A Moda foi ativista e política contra o soberbo e luxuriante estilo rococó (vide Maria Antonieta). Tudo era mais simples, os tecidos, a modelagem, os penteados, o sapatos, etc.<br /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><br />
<img style="WIDTH: 380px; HEIGHT: 537px" src="http://www.wga.hu/art/d/david_j/3/310david.jpg" /><br />
<font size="3"><font style="FONT-SIZE: 11px"><font face="Arial"><strong>DAVID, Jacques-Louis<br /></strong>Madame Raymond de Verninac<br />
1798-99</font></font></font></p>
<p>Na pureza das linhas e na simplificação da composição, buscava-se uma beleza deliberadamente estatuária. Os contornos eram claros e bem delineados, as cores, puras e realistas, e a iluminação, límpida. Tal e qual acontecia no Renascimento, porém as técnicas de pintura era mais elaboradas, o que propicia um realismo indescritível às obras neoclássicas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: Arial"></p>
<p>Características da pintura:</p>
<p>Formalismo na composição, refletindo racionalismo dominante.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: Arial">Grandes formatos<br />
Exatidão nos contornos<br />
Harmonia do colorido</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: Arial">Temática histórica</p>
<p>Os maiores representantes da pintura neoclássica são, sem dúvida,</p>
<p><strong>Jacques-Louis David</strong> &#8211; foi considerado o pintor da Revolução Francesa, mais tarde, tornou-se o pintor oficial do Império Napoleônico. Durante o governo de Napoleão, registrou fatos históricos ligados à vida do imperador. Suas obras geralmente expressam um vibrante realismo, mas algumas delas exprimem fortes emoções.</p>
<p><img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 526px" src="http://www.wga.hu/art/d/david_j/4/402david.jpg" /><br />
<font size="3"><font style="FONT-SIZE: 9px" face="Arial"><strong>Napoleon at the St. Bernard Pass<br /></strong>1801</font></font></p>
<p><strong>Jean-Auguste-Dominique Ingres</strong> (1780-1867), o pintor foi uma espécie de cronista visual da sociedade de seu tempo. Ingres acreditava qua a tarefa primordial da arte era produzir quadros históricos. Ardoroso defensor da pureza das formas, ele afirmava, por exemplo, que desenhar uma linha perfeita era muito mais importante do que colorir. &#8221; A pincelada deve ser tão fina como a casca de uma cebola&#8221;, repetia a seus alunos. Sua obra abrange, além de composições mitológicas e literárias, nus, retratos e paisagens, mas a crítica moderna vê nos retratos e nus o seu trabalho mais admirável. Ingres soube registrar a fisionomia da classe burguesa do seu tempo, principalmente no gosto pelo poder e na sua confiança na individualidade. Amante declarado da tradição. A modernidade de Ingres está justamente na visão distanciada que tinha de seus retratados, na recusa a produzir qualquer julgamento moral a respeito deles, numa época em que se consumava o processo de aliança entre a nobreza e a burguesia. O detalhismo também é uma das suas marcas registradas. Seus retratos são invariavelmente enriquecidos com mantos aveludados, rendas, flores e jóias.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: Arial">Ingres tem também característica muito românticas em suas pinturas presente no colorido muito vivo e no interesse pelo exótico, pelo mundo extra-europeu.</span> <span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT"><span lang="PT" xml:lang="PT">Alguns artistas neoclássicos trilharam caminhos próximos à temática romântica, tornando difícil estabelecer um limite claro entre os discursos das duas correntes artísticas.<br /></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><br />
<img style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 787px" src="http://www.wga.hu/art/i/ingres/010ingre.jpg" />&#160;<br />
<font size="3"><font style="FONT-SIZE: 9px" face="Arial"><strong>Napoleon I on the Imperial Throne<br /></strong>1806</font></font></p>
<p><img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 598px" src="http://www.wga.hu/art/i/ingres/15ingres.jpg" /><br />
<font size="3"><font style="FONT-SIZE: 9px" face="Arial"><strong>Princess de Broglie<br /></strong>1851-53</font></font></p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">Escultura:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">Os escultores neoclássicos foram marcados pelo rigor e pela passividade e sua produção academicista é considerada fria.<br />
Estátuas de heróis uniformizados, mulheres envoltas em túnicas de Afrodite, ou crianças conversando com filósofos, foram os protagonistas da fase inicial da escultura neoclássica. Mais tarde, na época de Napoleão, essa disciplina artística se restringiria às estátuas eqüestres e bustos focalizados na pessoa do imperador. A referência estética foi encontrada na estatuária da antigüidade clássica, por isso as obras possuíam um naturalismo equilibrado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">Respeitavam-se movimentos e posições reais do corpo, embora a obra nunca estivesse isenta de um certo realismo psicológico, plasmado na expressão pensativa e melancólica dos rostos. A busca do equilíbrio exato entre naturalismo e beleza ideal ficava evidente nos quais os volumes e as variações das posições do corpo eram estudados com cuidado. O escultor neoclássico encontrou o dinamismo na sutileza dos gestos e suavidade das formas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">Quanto aos materiais utilizados, os mais comuns eram o bronze, o mármore e a terracota, embora, a partir de 1800, o mármore branco, que permitia o polimento da superfície até a obtenção do brilho natural da pele, tenha adquirido preponderância sobre os demais. Entre os escultores mais importantes desse período destacam-se o italiano Antonio Canova, escultor exclusivo da família Bonaparte.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">&#160;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">&#160;<img src="http://4.bp.blogspot.com/_mUh282kpDEU/R2m-0Jx0kFI/AAAAAAAAACY/h6W7OJ5wkYM/s320/canova" /><br /></span></p>
<h2 style="MARGIN: auto 0cm"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 314px" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/03/canova_nu2.jpg" /></p>
<p>O ROMANTISMO</span></h2>
<p class="sumary" style="MARGIN: auto 0cm"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><br />
ROMANTISMO</p>
<p>O romantismo foi um movimento artístico ocorrido na Europa por volta de 1800, que representa as mudanças no plano individual, destacando a personalidade, sensibilidade, emoção e os valores interiores.<br />
Atingiu primeiro a literatura e a filosofia, para depois se expressar através das artes plásticas.<br />
A arte romântica se opôs ao racionalismo da época da Revoluçao Francesa propondo a elevação dos sentimentos acima do pensamento. Curiosamente, não se pode falar de uma estética tipicamente ou exclusivamente romântica, visto que nenhum dos artistas se afastou completamente do academicismo, mas sim de uma homogeneidade conceitual pela temática das obras.</p>
<p>A podução artística romântica reforçou o individualismo na medidade em que baseou-se em valores emocionais subjetivos e muitas vezes imaginários, tomando como modelo os dramas amorosos e as lendas heróicas medievais, a partir dos quais revalorizou os conceitos de pátria e república. E mostrou especial interesse pelas culturas exóticas, pela alteridade.<br /></span></p>
<p class="sumary" style="MARGIN: auto 0cm"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><img src="http://www.ldesign.com/Images/Essays/OnReality/OnReality%20Part%206/Wall/Delacroix.jpg" /><br />
<strong>Delacroix</strong> The Death of Sardanapalus</p>
<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2088/1644476136_d4a01142da.jpg" /><br />
Delacroix</p>
<p>&#160;pintura foi o ramo das artes plásticas mais significativo, foi ela o veículo que consolidaria definitivamente o ideal de uma época, utilizando-se de temas dramitico-sentimentais inspirados pela literatura e pela História. Procura-se no conteúdo, mais do que os valores de arte, os efeitos emotivos, destacando principalmente a pintura histórica.<br />
Novamente a revolução e seus desdobramentos servem de inspiração; agora são as Guerras Napoleônicas que inspiram uma arte dramática, de tendência mais politizada.</p>
<p>As cores se libertaram e fortaleceram, dando a impressão, às vezes, de serem mais importantes que o próprio conteúdo da obra. A paisagem passou a desempenhar o papel principal, não mais como cenário da composição, mas em estreita relação com os personagens das obras e como seu meio de expressão.<br />
O romantismo foi marcado pelo amor a natureza livre e autêntica, pela aquisição de uma sensibilidade poética pela paisagem, valorizada pela profusão de cores, refletindo assim o estado de espírito do autor.</p>
<p>
Na França e na Espanha, o romantismo produziu uma pintura de grande força narrativa e de um ousado cromatismo, ao mesmo tempo dramático e tenebroso. É o caso dos quadros das matanças de Delacroix, ou do Colosso de Goya, que antecipou, de certa forma, a pincelada emocionada do expressionismo.</p>
<p>
<img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 341px" src="http://morgansmusings.files.wordpress.com/2008/04/goya-thirdofmay.jpg" /><br />
Goya &#8211; 3 de maio</p>
<p><img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 227px" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/04/goya_maja_desnuda.jpg" /><br />
Goya &#8211; Maja Desnuda</p>
<p><img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 225px" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/04/goya_maja_vestida.jpg" /><br />
Goya &#8211; Maja vestida</p>
<p><img src="http://unirio.zip.net/images/goya.jpg" /><br />
Gravura de Goya</p>
<p><img style="WIDTH: 400px; HEIGHT: 554px" src="http://ecko4inc.files.wordpress.com/2007/05/sleep-of-reason_goya.jpg" /><br />
Goya &#8211; gravura &#8211; O sonha da razão produz monstros</p>
<p>Também&#160;podemos dividir o período romantico em dois discursos que vão orientar as produções artísticas: temos o pitoresco e o sublime.</span> <span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: Arial">O discurso do sublime vem geralmente associado à grandiosidade, à transcendência, às experiências mais metafísicas.</span> <span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT">Papel especial desempenharam a morte heróica na guerra e o suicídio por amor. O é o lado escuro e tenebroso do período, porém não deve ser necessariamente ligado ao mal, e sim ao inesplicável, ao inalcansável, a universal.</p>
<p><img style="WIDTH: 460px; HEIGHT: 602px" src="http://www.artchive.com/artchive/g/goya/saturn_dtl.jpg" /><br />
Goya &#8211; Saturno devorando o filho (detale)</p>
<p><img style="WIDTH: 460px; HEIGHT: 585px" src="http://analepsis.files.wordpress.com/2008/05/wanderer-above-the-mists-friedrich.jpg" /><br />
Caspar David Friedrich</p>
<p><img src="http://farmaciacentral.files.wordpress.com/2008/10/turner_snowstorm.jpg" /><br />
Turner &#8211; Tempestade de neve</p>
<p>O discurso do pitoresco vem ligado à simplicidade, à natureza mais palpável das coisas, geralmente refere-se ao cotidiano, à paisagens familiares, bucólicas. O pitoresco é a recusa</span> <span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">de ser mais impressionante que a natureza. É a grandiosidade do discreto e do despretensioso.</span></p>
<p class="sumary" style="MARGIN: auto 0cm"><span lang="PT" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-ansi-language: PT" xml:lang="PT"><img style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 267px" src="http://www.bracil.net/gallery/Wivenhoe/Constable_Wivenhoe.jpg" /><br />
Constable &#8211; <font style="FONT-SIZE: 9px" size="3"><font face="Arial">Wivenhoe Park</font></font></p>
<p>
<img style="WIDTH: 450px; HEIGHT: 357px" src="http://www.chrislee.org.uk/InspiringCreativity/GR023%20-%20John%20Constable%20-%201776-1837%20-%20Landscape%20with%20Clouds%20-%20ca%201821-22.jpg" /><br />
Constable &#8211; paisagem</p>
<p>Constable é reconhecidamente um pintor romântico ligado à estética do pitoresco, porém, certas vezes parece que flerta com o sublime, principalmente em suas paisagens cujo céu é o grande protagonista.</p>
<p></span></p>
</div>
<div></div>
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		</item>
		<item>
		<title>O que faz o graffiti é o muro</title>
		<link>http://sobrearte.blog.com/2009/05/12/o-que-faz-o-graffiti-e-o-muro/</link>
		<comments>http://sobrearte.blog.com/2009/05/12/o-que-faz-o-graffiti-e-o-muro/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 May 2009 23:09:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla de Paula</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.fatcap.com/wp-content/uploads/2008/05/skull-bull-street-art-sam3.jpg" /><br />
<br />
<img style="WIDTH: 560px; HEIGHT: 420px" src="http://www.eltono.com/wp-content/gallery/peru/eltono_bogota_columbia_02-2.jpg" /><br />
El Tono<br />
<br />
Quem falou isso foi Roland Barthes. Não a inscrição e sim o muro.<br />
Isto tem a ver com o que é graffiti. Muitas pessoas, muitas mesmo, pensam que graffiti são somente aquelas imagens coloridas que vemos "da per tutto", em todo lugar, nas cidades contemporâneas, ou seja, que o graffiti é apenas o graffiti&#160;hip hop.&#160;Ledo engano. Para a grande massa, o resto das inscrições que vemos por aí são pichações, marcas, etc. Porém os digo, qualquer inscrição presente em uma superfície sem autorização para tal é um graffiti. Neste sentido, ser graffiti é ser essencialmente transgressivo, é flertar com o vandalismo, independente se é bonito ou feio, se gostamos ou não, se tem sentido ou se é estupidamente desnecessário. Para ser graffiti deve ser sobretudo proibido.<br />
<br />
<img style="WIDTH: 570px; HEIGHT: 414px" src="http://www.banksy.co.uk/outdoors/images/landscapes/cansbuffer.jpg" /><br />
Banksy<br />
<br />
<img src="http://www.we-make-money-not-art.com/yyy/0aaasogemeos.jpg" /><br />
Os Gêmeos<br />
<br />
<img src="http://www.fatcap.com/wp-content/uploads/2008/10/gateshead-graffiti.jpg" /><br />
Em Madrid<br />
<br />
<img style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 500px" src="http://www.fatcap.com/wp-content/uploads/2008/10/ioc-agos-008.jpg" /><br />
<br />
<img src="http://www.fatcap.com/wp-content/uploads/2008/10/2_9.jpg" /><br />
Vasmoulaskis<br />
<br />
<img height="369" src="http://www.fatcap.com/wp-content/uploads/2008/05/spy_red-light-street-art.jpg" width="484" /><br />
<br />
Então como ficam as peças autorizadas, pinturas que se parecem com o graffiti que gostamos mas que estão nas galerias ou em muros e paredes liberadas para a inscrição? Grande polêmica. Não me perguntem minha opinião, eu a tenho mas prefiro me calar! Muito mais importante do que aceitar que uma bela obra feita no muro de uma loja talvez não seja um graffiti e sim uma pintura em spray, é aceitar que o "pixo" que toma nossas fachadas de edificios e monumentos é sim graffiti.<br />
<br />
<img src="http://panoptico.files.wordpress.com/2008/01/pixo_05.jpg" /><br />
<br />
<img src="http://fudeus.files.wordpress.com/2007/01/parede1.jpg" /><br />
<br />
<img src="http://img.photobucket.com/albums/v85/jumento/011/Graffiti-AM.jpg" /><br />
<br />
Vamos esclarecer o problema. Há graffiti textuais apenas, com mensagens políticas, filosóficas, pornograficas, pessoais, declamativas, etc. Há graffiti puramente icônicos, são aqueles com símbolos gráficos, são os stencils, qualquer desenho numa nota de dinheiro, carteira de colégio, porta de banheiro... há o graffiti hip hop, esse tão pop atualmente, tão singular porque é icônico e verbal ao mesmo tempo. É um nome escrito de uma forma tão elaborada graficamente que a palavra vira pura imagem, perde sua legibilidade linguística e vira uma coisa colorida! O graffiti hip hop é isso, um nome sofisticado que vira uma imagem e tanto.<br />
<br />
<img style="WIDTH: 400px; HEIGHT: 533px" src="http://www.fatcap.com/wp-content/uploads/2009/02/escif_hanem-graff.jpg" /><br />
Hanem<br />
<br />
<img style="WIDTH: 400px; HEIGHT: 533px" src="http://www.fatcap.com/wp-content/uploads/2009/03/ludo_03.jpg" /><br />
<br />
<img style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 375px" src="http://www.fatcap.com/wp-content/uploads/2008/06/norway_graffiti.JPG" /><br />
<br />
<img src="http://www.fatcap.com/wp-content/uploads/2008/05/amigo-ponk-sickboy-dibo-mrnylon-aagh.jpg" /><br />
<br />
<span style="COLOR: #00ffff"><span style="COLOR: #40a0ff">NESTE BLOG, EM <strong>ASSUNTOS,</strong> LEIA MAIS SOBRE GRAFFITI E ARTE PÚBLICA .</span></span><br />
<br />
Lugares interessantes sobre graffiti na rede (vale a pena abrir links e links...):<br />
<br />
<a href="http://www.graffiti.org/index/best.html"><span style="COLOR: #ffff40">http://www.graffiti.org/index/best.html</span></a><br />
<a href="http://www.lost.art.br/"><span style="COLOR: #ffff40">http://www.lost.art.br/</span></a><br />
<a href="http://www.eltono.com/"><span style="COLOR: #ffff40">http://www.eltono.com/</span></a><br />
<a href="http://stencilart.blog.com"><span style="COLOR: #ffff40">http://stencilart.blog.com<br /></span></a><a href="http://www.fatcap.com"><span style="COLOR: #ffff40">http://www.fatcap.com</span></a><br />
<a href="http://duncancumming.co.uk"><span style="COLOR: #ffff40">http://duncancumming.co.uk</span></a><br />
<font color="#008000"><a href="http://www.banksy.co.uk"><span style="COLOR: #ffff40">www.<strong>banksy</strong>.co.uk</span></a><br />
<a href="http://www.spaceinvaders.com"><span style="COLOR: #ffff40">www.spaceinvaders.com</span></a><br /></font>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://www.fatcap.com/wp-content/uploads/2008/05/skull-bull-street-art-sam3.jpg" /></p>
<p><img style="WIDTH: 560px; HEIGHT: 420px" src="http://www.eltono.com/wp-content/gallery/peru/eltono_bogota_columbia_02-2.jpg" /><br />
El Tono</p>
<p>Quem falou isso foi Roland Barthes. Não a inscrição e sim o muro.<br />
Isto tem a ver com o que é graffiti. Muitas pessoas, muitas mesmo, pensam que graffiti são somente aquelas imagens coloridas que vemos &#8220;da per tutto&#8221;, em todo lugar, nas cidades contemporâneas, ou seja, que o graffiti é apenas o graffiti&#160;hip hop.&#160;Ledo engano. Para a grande massa, o resto das inscrições que vemos por aí são pichações, marcas, etc. Porém os digo, qualquer inscrição presente em uma superfície sem autorização para tal é um graffiti. Neste sentido, ser graffiti é ser essencialmente transgressivo, é flertar com o vandalismo, independente se é bonito ou feio, se gostamos ou não, se tem sentido ou se é estupidamente desnecessário. Para ser graffiti deve ser sobretudo proibido.</p>
<p><img style="WIDTH: 570px; HEIGHT: 414px" src="http://www.banksy.co.uk/outdoors/images/landscapes/cansbuffer.jpg" /><br />
Banksy</p>
<p><img src="http://www.we-make-money-not-art.com/yyy/0aaasogemeos.jpg" /><br />
Os Gêmeos</p>
<p><img src="http://www.fatcap.com/wp-content/uploads/2008/10/gateshead-graffiti.jpg" /><br />
Em Madrid</p>
<p><img style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 500px" src="http://www.fatcap.com/wp-content/uploads/2008/10/ioc-agos-008.jpg" /></p>
<p><img src="http://www.fatcap.com/wp-content/uploads/2008/10/2_9.jpg" /><br />
Vasmoulaskis</p>
<p><img height="369" src="http://www.fatcap.com/wp-content/uploads/2008/05/spy_red-light-street-art.jpg" width="484" /></p>
<p>Então como ficam as peças autorizadas, pinturas que se parecem com o graffiti que gostamos mas que estão nas galerias ou em muros e paredes liberadas para a inscrição? Grande polêmica. Não me perguntem minha opinião, eu a tenho mas prefiro me calar! Muito mais importante do que aceitar que uma bela obra feita no muro de uma loja talvez não seja um graffiti e sim uma pintura em spray, é aceitar que o &#8220;pixo&#8221; que toma nossas fachadas de edificios e monumentos é sim graffiti.</p>
<p><img src="http://panoptico.files.wordpress.com/2008/01/pixo_05.jpg" /></p>
<p><img src="http://fudeus.files.wordpress.com/2007/01/parede1.jpg" /></p>
<p><img src="http://img.photobucket.com/albums/v85/jumento/011/Graffiti-AM.jpg" /></p>
<p>Vamos esclarecer o problema. Há graffiti textuais apenas, com mensagens políticas, filosóficas, pornograficas, pessoais, declamativas, etc. Há graffiti puramente icônicos, são aqueles com símbolos gráficos, são os stencils, qualquer desenho numa nota de dinheiro, carteira de colégio, porta de banheiro&#8230; há o graffiti hip hop, esse tão pop atualmente, tão singular porque é icônico e verbal ao mesmo tempo. É um nome escrito de uma forma tão elaborada graficamente que a palavra vira pura imagem, perde sua legibilidade linguística e vira uma coisa colorida! O graffiti hip hop é isso, um nome sofisticado que vira uma imagem e tanto.</p>
<p><img style="WIDTH: 400px; HEIGHT: 533px" src="http://www.fatcap.com/wp-content/uploads/2009/02/escif_hanem-graff.jpg" /><br />
Hanem</p>
<p><img style="WIDTH: 400px; HEIGHT: 533px" src="http://www.fatcap.com/wp-content/uploads/2009/03/ludo_03.jpg" /></p>
<p><img style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 375px" src="http://www.fatcap.com/wp-content/uploads/2008/06/norway_graffiti.JPG" /></p>
<p><img src="http://www.fatcap.com/wp-content/uploads/2008/05/amigo-ponk-sickboy-dibo-mrnylon-aagh.jpg" /></p>
<p><span style="COLOR: #00ffff"><span style="COLOR: #40a0ff">NESTE BLOG, EM <strong>ASSUNTOS,</strong> LEIA MAIS SOBRE GRAFFITI E ARTE PÚBLICA .</span></span></p>
<p>Lugares interessantes sobre graffiti na rede (vale a pena abrir links e links&#8230;):</p>
<p><a href="http://www.graffiti.org/index/best.html"><span style="COLOR: #ffff40">http://www.graffiti.org/index/best.html</span></a><br />
<a href="http://www.lost.art.br/"><span style="COLOR: #ffff40">http://www.lost.art.br/</span></a><br />
<a href="http://www.eltono.com/"><span style="COLOR: #ffff40">http://www.eltono.com/</span></a><br />
<a href="http://stencilart.blog.com"><span style="COLOR: #ffff40">http://stencilart.blog.com<br /></span></a><a href="http://www.fatcap.com"><span style="COLOR: #ffff40">http://www.fatcap.com</span></a><br />
<a href="http://duncancumming.co.uk"><span style="COLOR: #ffff40">http://duncancumming.co.uk</span></a><br />
<font color="#008000"><a href="http://www.banksy.co.uk"><span style="COLOR: #ffff40">www.<strong>banksy</strong>.co.uk</span></a><br />
<a href="http://www.spaceinvaders.com"><span style="COLOR: #ffff40">www.spaceinvaders.com</span></a><br /></font>
</div>
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		<item>
		<title>Arte Pública &#8211; Site Specific</title>
		<link>http://sobrearte.blog.com/2009/05/07/arte-publica-site-specific/</link>
		<comments>http://sobrearte.blog.com/2009/05/07/arte-publica-site-specific/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 May 2009 19:16:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla de Paula</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.pbs.org/wgbh/cultureshock/flashpoints/visualarts/images/tiltedarc_big2.jpg" /><br />
<br />
Não há nada ou ninguém melhor&#160;que Richard Serra e seu Arco Inclinado para ilustrar este post . Polêmico, exagerado, mas venhamos e convenhamos, autêntico em sua especificidade.<br />
Esta mania de juntar objeto com espaço&#160;ganha força a partir do minimalismo e das reflexões de seus idealizadores sobre objetos específicos (Judd). O desdobramento minimalista de se utilizar o espaço como meio na arte também é fundamental para se entender o Site Specific (especificidade espacial)fundando uma nova atitude na arte pública contemporênea (tudo bem diferente dos modelos de intervenção artística anteriores que vão desde monumentos comemorativos&#160;às esculturas públicas dos artistas modernos, que não deixam de ser monumentos&#160;comemorativos da modernidade). Ou seja, a nova justificativa do Site Specific é de uma arte capaz de ocupar um espaço determinado no entorno urbano e fazer deste espaço um elemento tão importante para a obra como a propria materia utilizada. Algo como um desenvolvimento do problema sobre o vazio na escultura moderna, isto é, o espaço circundante, assim como o espaço oco da escultura é algo que está contido na obra, não pode ser separado dela em absoluto.<br />
Imagine se alguém iria propor, por exemplo, de despedaçar uma obra de Caro, deixar uma parte na Tate&#160; e jogar o resto fora? absurdo não é? Pois é&#160;isso que fizeram com o Tilted Arc de Serra. A obra estava numa praça, em frente a um edificio federal em NY; incomodando os traseuntes por estar ali tão imensa e sólida (e feia talvez, sem nenhuma qualidade sedutoramente pop). Foi deliberado que deveriam retirá-la de lá. Serra e os artistas fizeram alarde. Retirar a obra significava desmembrá-la, separar a peça de aço do espaço que ocupava&#160;era um sacrilégio artístico.&#160;Era amputar a obra de arte, era acabar com sua especificidade espacial. &#160;Estes foram os justos&#160;argumentos, mas nada impediu que o Arco fosse retirado. Tais argumentos eram por demais complexos para convencer&#160;os advogados e&#160;o público em geral. Tudo demasiadamente artístico, demasiadamente inefável para ser compreendido&#160;de forma direta e superficial.&#160;<br />
Este é o raciocínio do Site Specific, sua singularidade espacial, sua relação estreita com o lugar que ocupa; não é necessário falar muito mais sobre isso.<br />
Voltando ao Tilted Arc, confesso com vergonha que não sei qual foi seu fim, vou pesquisar, porém acho importante confessar minha ignorância sobre o seu paradeiro pois isso mostra quão destruído ficou o Arco depois de sua remoção, ou seja, muito se falou sobre sua polêmica existência enquanto estava lá, no seu espaço, com sua alma, por assim dizer, mas no momento em que de lá o retiraram já não nos interessamos por ele. Que fim levou? Morreu.<br />
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://www.pbs.org/wgbh/cultureshock/flashpoints/visualarts/images/tiltedarc_big2.jpg" /></p>
<p>Não há nada ou ninguém melhor&#160;que Richard Serra e seu Arco Inclinado para ilustrar este post . Polêmico, exagerado, mas venhamos e convenhamos, autêntico em sua especificidade.<br />
Esta mania de juntar objeto com espaço&#160;ganha força a partir do minimalismo e das reflexões de seus idealizadores sobre objetos específicos (Judd). O desdobramento minimalista de se utilizar o espaço como meio na arte também é fundamental para se entender o Site Specific (especificidade espacial)fundando uma nova atitude na arte pública contemporênea (tudo bem diferente dos modelos de intervenção artística anteriores que vão desde monumentos comemorativos&#160;às esculturas públicas dos artistas modernos, que não deixam de ser monumentos&#160;comemorativos da modernidade). Ou seja, a nova justificativa do Site Specific é de uma arte capaz de ocupar um espaço determinado no entorno urbano e fazer deste espaço um elemento tão importante para a obra como a propria materia utilizada. Algo como um desenvolvimento do problema sobre o vazio na escultura moderna, isto é, o espaço circundante, assim como o espaço oco da escultura é algo que está contido na obra, não pode ser separado dela em absoluto.<br />
Imagine se alguém iria propor, por exemplo, de despedaçar uma obra de Caro, deixar uma parte na Tate&#160; e jogar o resto fora? absurdo não é? Pois é&#160;isso que fizeram com o Tilted Arc de Serra. A obra estava numa praça, em frente a um edificio federal em NY; incomodando os traseuntes por estar ali tão imensa e sólida (e feia talvez, sem nenhuma qualidade sedutoramente pop). Foi deliberado que deveriam retirá-la de lá. Serra e os artistas fizeram alarde. Retirar a obra significava desmembrá-la, separar a peça de aço do espaço que ocupava&#160;era um sacrilégio artístico.&#160;Era amputar a obra de arte, era acabar com sua especificidade espacial. &#160;Estes foram os justos&#160;argumentos, mas nada impediu que o Arco fosse retirado. Tais argumentos eram por demais complexos para convencer&#160;os advogados e&#160;o público em geral. Tudo demasiadamente artístico, demasiadamente inefável para ser compreendido&#160;de forma direta e superficial.&#160;<br />
Este é o raciocínio do Site Specific, sua singularidade espacial, sua relação estreita com o lugar que ocupa; não é necessário falar muito mais sobre isso.<br />
Voltando ao Tilted Arc, confesso com vergonha que não sei qual foi seu fim, vou pesquisar, porém acho importante confessar minha ignorância sobre o seu paradeiro pois isso mostra quão destruído ficou o Arco depois de sua remoção, ou seja, muito se falou sobre sua polêmica existência enquanto estava lá, no seu espaço, com sua alma, por assim dizer, mas no momento em que de lá o retiraram já não nos interessamos por ele. Que fim levou? Morreu.
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			<wfw:commentRss>http://sobrearte.blog.com/2009/05/07/arte-publica-site-specific/feed/</wfw:commentRss>
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